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PAUTA DOS LEITORES #2: Dossiê Gerard Way X Presidente John F. Kennedy

Matérias

The Umbrella Academy, My Chemical Romance… Você já percebeu todas as misteriosas referências a Kennedy feitas por Gerard Way?

Texto por: Marina Tonelli
Edição por: Gabriela Reis

Como a voz do fandom é a voz do Fake Your Death Brasil, dessa vez a Pauta dos Leitores escolhida é de um tema muito interessante. É curioso o fato de muitos de nós, fãs de My Chemical Romance, reparamos em citações implícitas a John F. Kennedy, seja em letras de música da banda como em Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)” do disco Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys (2010) no verso: “You run the company, fuck like a Kennedy. I think we’d rather be burning your information (…)”. Ou, mais explicitamente, em The Umbrella Academy. 

Primeiramente nos quadrinhos, quando no arco da narrativa do segundo volume, Dallas, lançada em 2008, tínhamos a personagem Rumor em um momento colocando-se na posição de Jackie Kennedy, a esposa do então presidente, para soltar a seguinte frase: “I heard a rumor that the back of your head is about to explode. Ou seja, Rumor utiliza seus poderes para que o presidente – que nos quadrinhos não havia sido assassinado – morresse de forma parecida com o que conhecemos. 

Mas, Gerard Way vai além quando o quadrinho se transforma em série e, na segunda temporada que estreou em Julho de 2020, um novo arco é apresentado: completamente diferente dos quadrinhos, mas também focado em Kennedy, demonstrando muitas ligações com a realidade histórica, conhecimentos sombrios e teorias conspiratórias.

A pergunta é: você quer saber o que realmente significa “fuck like a Kennedy?” 

Rumor em “Dallas” segunda edição do quadrinho The Umbrella Academy/Reprodução

O Começo da Teoria da Conspiração

Spoiler: este texto contém embasamento histórico, mas, assim como Gerard Way, eu estou montando teorias conspiratórias que fazem sentido e podem ser realidade ou não, leia e tire suas próprias conclusões. 

Um belo dia eu estava escrevendo alguma matéria para o site quando fui pesquisar sobre a gravadora que o My Chemical Romance havia lançado o Three Cheers For Sweet Revenge (2004). Quando digo gravadora, não me refiro à Warner Music Group, mas a label menor que pertence a ela, e que o My Chem lançou o disco: a Reprise Records. Dentro de uma gravadora grande sempre existem outras menores, e é de praxe que nós sempre tenhamos conhecimento sobre a gravadora maior do que propriamente a que lançou o disco em questão. 

Tal foi minha surpresa quando, ao pesquisar sobre a Reprise Records, eu descobri que ela havia sido fundada em 1960, por Frank Sinatra. O queridinho dos olhos azuis da América havia criado a gravadora com o intuito de ter mais liberdade de criação em seus discos e arranjos, mas ele não parou por aí, logo contratando outros artistas para que a gravadora se tornasse um grande selo de música de qualidade. Sinatra conseguiu lançar discos de grandes nomes como: Bing Crosby, Jo Stafford, Rosemary Clooney, Duke Ellington, Nancy Sinatra e muito mais. Nomes de talento e que esbanjavam qualidade, apresentações e shows esgotados por aí. 

Mas você me pergunta: o que o Sinatra tem a ver com o Kennedy?

Absolutamente tudo.

Frank Sinatra e presidente John F. Kennedy/Reprodução

Acho que a foto fala por si mesma. Não são muitos músicos que acendem o cigarro do presidente em uma mesa chique de um restaurante. Mas se fosse só isso, apenas fotos de aparições dos dois, seria muito fácil de você pensar que não teria absolutamente nada a ver uma coisa com a outra. Mas a relação entre John F. Kennedy e Frank Sinatra ia muito além de admiração

Os dois eram amigos muito próximos; próximos ao ponto de serem conectados à máfia italiana, darem festas em iates com garotas particularmente convidadas, drogas e muitos outros escândalos. Bom, aqui eu nem citei o fato de Sinatra ser um dos grandes amigos de Marilyn Monroe e Marilyn Monroe, bom, ela cantou aquele “Parabéns Para Você” bem explícito para o querido presidente trágico. Detalhe: Jackie Kennedy estava ao lado do marido neste momento assistindo a apresentação. 

Acho que agora estamos começando a explicar o que é “fuck like a Kennedy”.

Agora, para não parecer coisa na minha cabeça, gostaria de compartilhar o que foi dito sobre Sinatra e Kennedy na época em que os dois eram vistos juntos. Segundo o Biography em uma matéria chamadaInside John F. Kennedy and Frank Sinatra’s Powerful Friendship(“Por Dentro da Amizade Poderosa entre John F. Kennedt e Frank Sinatra”) os dois viviam a vida que gostariam de ter um pelo outro. Sinatra através de Kennedy por sua influência e poder político, já Kennedy pela boemia desregrada e luxuosa ostentada pelos astros e músicos de Hollywood vivida por Sinatra. Confira alguns trechos traduzidos da reportagem:

“Eles se encontraram em meio ao seu gosto compartilhado por noitadas e mulheres; Sinatra ficou muito feliz em satisfazer os desejos de seu amigo. As after-parties de Las Vegas eram repletas de bebidas e fãs mulheres, assim como as festividades realizadas na casa de Santa Mônica, em Lawford, quando a campanha (nota: a campanha de John F. Kennedy para a presidência) passou pela Califórnia. Foi Sinatra quem apresentou Kennedy à Marilyn Monroe e uma amante menos conhecida chamada Judith Campbell, que mais tarde complicou as coisas com suas próprias conexões com a máfia. 

Além das festas, no background, Sinatra se engajou em um grande trabalho para o candidato: organizou jantares de doadores para a sua campanha, apareceu em anúncios de rádio e emprestou seu jatinho particular para os agentes de Kennedy. Nos concertos musicais, ele apresentou uma versão nova de seu sucesso “High Hopes”, que serviu como tema da campanha de Kennedy”. 

Acho que aqui já fica bastante clara a ligação entre Kennedy e Sinatra, mas também o fato de que John F. Kennedy não é o presidente bom moço que todos estão acostumados a aprender nas escolas ou documentários, quando normalmente ele é colocado como um mártir após tomar um tiro na cabeça. Claro, não estou aqui dizendo que não foi um momento trágico na história dos Estados Unidos. Mas que, como sempre, os norte-americanos ocultam muito sobre suas figuras políticas e como, quase sempre, existe muita coisa escondida debaixo dos panos da Casa Branca. Acrescento também que pelo fato de JFK ser Democrata, vários fatos de sua conduta foram ocultados para não manchar a reputação do partido como um todo. 

John F. Kennedy e Frank Sinatra/Reprodução

Para complementar os fatos e todos nós estarmos na mesma página quando entrarmos no mundo de conspirações nos quadrinhos de Gerard Way, quero também citar algumas partes de uma matéria chamada “Conexões com a Máfia, infidelidades, invenção de seu passado: a face escura de JFK”, que foi publicada pelo El País

John Fitzgerald Kennedy (1917-1963) passou à história popular como o presidente que encarna o ideal norte-americano. Jovem, bonito, charmoso, enérgico, firme em suas convicções, dialogante e progressista. Primeiro católico que chegou ao Salão Oval, o líder que enfrentou a URSS na crise dos mísseis e cuja determinação levou o homem à Lua. (…) Ao longo dos anos, porém, o mito JFK mostrou suas fraquezas e contradições. Um bom punhado de obras, de memórias de colaboradores a sérias investigações históricas, revelaram essa face sombria. (…)

De acordo com o livro, prostitutas e amigas de JFK se divertiam em festas na piscina da Casa Branca, enquanto os policiais vigiavam qualquer sinal de que Jacqueline Kennedy estivesse por perto. A libido descontrolada de JFK, diz Hersh, fez dele uma vítima de doenças venéreas e um alvo fácil de chantagem. No entanto, e apesar da crença popular, não foi possível provar que JFK ou seu irmão tiveram um caso com Marilyn Monroe.

Seymour M. Hersh, que ganhou o Pulitzer por um livro sobre o massacre de My Lai, diz que em 1960, para conduzir seu filho à Presidência, Joseph P. Kennedy (pai de JFK)
realizou uma reunião secreta com um gângster de Chicago, Sam Giancana. O patriarca da família prometeu uma Casa Branca que faria vista grossa para suas atividades se os sindicatos liderados pela máfia providenciassem força e dinheiro para a candidatura de Kennedy. Esse acordo, diz Hersh, inclinou a balança para os votos eleitorais decisivos em Illinois.

Uma última declaração de Hersh. Kennedy e seu irmão Robert, o secretário da Justiça, constantemente pediam à CIA que assassinasse Fidel Castro. Hersh cita Samuel Halpern, um ex-membro da CIA especializado em operações clandestinas: “Você não sabe o que é pressão até ter esses dois filhos da puta em cima de você. Sentíamos que estávamos fazendo coisas em Cuba por causa de uma vendetta familiar e não pelo bem dos Estados Unidos”.

Agora que estamos todos na mesma página vamos a pergunta: 

Qual é o lance de Gerard Way com o Kennedy?

As Citações de Kennedy no MCR e em TUA

Como já falei no começo dessa matéria, Gerard Way cita o presidente norte-americano no primeiro single no disco Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys (2004), e acredito que tenha ficado claro a questão do “fuck like a Kennedy” em “Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)”. Porém, o contexto todo da estrofe que traduzido ficaria: “Você manda na companhia, foda como um Kennedy, acho que preferimos queimar as informações (…)” é muito curioso após todas essas questões sobre o Kennedy.

Dito isso, devido a todas as teorias da conspiração que envolvem a morte do presidente, sobre como o FBI foi incapaz de montar um caso conclusivo sobre as motivações do atirador Lee Harvey Oswald e, principalmente, sobre seu envolvimento com a máfia italiana, que, naquela época, ainda agia de forma voraz nos comércios, venda de bebidas e já bandeava para o tráfico de drogas, também foram levantadas várias questões sobre a maneira com que Kennedy havia sido eleito e como a máfia havia comprado diversos colégios eleitorais para que, o até então candidato, fosse eleito para facilitar diversas transações e leis que pudessem ser aplicadas sobre os mafiosos.  

Muitos documentos acerca desse período estão sob sigilo do FBI e – se bem conhecemos Gerard Way e suas metáforas – assim como sua clara admiração por Kennedy, o “queimar informações” dito na música pode estar muito bem relacionado a todo esse contexto sombrio e que mancharia a carreira e a imagem de Kennedy como o presidente que foi assassinado quando os Estados Unidos estavam em uma clara ascensão econômica e do, então chamado, “American Dream”.  

Outra música em que também temos uma citação direta ao nome de Kennedy é na B-Side do The Black Parade (2006), “My Way Home Is Through You”. Way escreve: “Give me my sincerity, don’t give a fuck about a Kennedy. Here’s what I got to say (…)”. Em tradução livre seria: “Me devolva a minha sinceridade, não dê a mínima para a porra do Kennedy. Isso é o que eu tenho para dizer (…)”. Aparentemente alguém estava bem indignado que os adolescentes e a sociedade no geral não estivessem dando o devido valor na realidade atual ao tão adorado JFK. 

Mas se você achou que essa foram as únicas vezes que o vocalista fez alusões ao presidente, bom, eu tenho más notícias. Quando comecei a pesquisar mais a fundo sobre essa ligação entre Gerard Way x John F. Kennedy, li a história do Democrata tentando entender nas entrelinhas de onde vinha essa fascinação. Afinal, não deveria ser tão óbvio o motivo. Foi então que eu descobri uma estranha coincidência entre um videoclipe do My Chemical Romance e uma história pessoal de John F. Kennedy que ocorreu na segunda guerra mundial.

Isso te lembra alguma coisa?

My Chemical Romance no videoclipe The Ghost Of You/Reprodução

Em janeiro de 1942, Kennedy foi designado para o escritório de campo do Sexto Distrito Naval, em Charleston, Carolina do Sul. Nesse momento eu te pergunto, você leu bem a parte do naval? Mas não demorou muito para que ele se destacasse e fosse promovido a tenente júnior. Depois de vários treinamentos em campo e um encontro com Deus ao ver o número de soldados enterrados, ele foi designado para o Esquadrão de Motor Torpedo Four. Eu estou te contando isso porque Kennedy fazia as missões com seu pelotão dentro de barcos para chegar até os locais do inimigo. Mas nós vamos chegar lá.

Eu gostaria de colocar essa frase em inglês tirada da wikipedia norte-americana:

“On August 12, 1944, Kennedy’s older brother, Joe Jr., a navy pilot, was killed while on a special and hazardous air mission for which he had volunteered. His explosive-laden plane blew up when the plane’s bombs detonated prematurely while the aircraft was flying over the English Channel.”

Ou seja:

Em 12 de agosto de 1944, o irmão mais velho de Kennedy, Joe Jr., um piloto da marinha, foi assassinado quando estava em uma missão aérea especial perigosa para qual ele havia sido voluntário. Seu avião carregado de explosivos, explodiu quando as bombas do avião detonaram prematuramente enquanto o avião sobrevoava o Canal da Mancha.

Resumidamente? O Kennedy lutou na guerra, usando barcos como meio de transporte para chegar aos pontos de ataque, e o irmão mais velho dele morreu na guerra. 

Acho que eu preciso te mostrar isso aqui:

Já no The Umbella Academy a coisa fica mais séria. Como já falei várias vezes, a história do presidente deixa muitas lacunas, e quem não gosta de uma boa conspiração? Para alguém que escreve quadrinhos, então, é um prato cheio para criar toda uma nova narrativa, principalmente se isso envolve viagens no tempo, monstros extraterrestres e uma família disfuncional com super poderes

O enredo de Dallas, o segundo volume da série dos quadrinhos, trata sobre uma realidade em que Kennedy não está morto. Quais seriam os impactos políticos? Quais seriam suas ações como presidente se Lee Harvey Oswald não tivesse atirado em sua cabeça em um dia trágico para a sociedade norte-americana? Bom, para Gerard Way houve duas maneiras diferentes de narrar o ocorrido.

Uma nos quadrinhos e uma na série, anos depois. 

Mas antes de falar sobre isso, acho importante comentar que a foto de divulgação de Dallas é o próprio Gerard Way com a esposa Lindsey Wayreproduzindoa cena em que John F. Kennedy levou o tiro na cabeça. Na época, não houve nenhuma mobilização acerca da foto, porém, devo dizer com tranquilidade que, se aquela foto fosse tirada nos dias de hoje, Way teria que contratar um belo Relações Públicas e um advogado que realmente tivesse super poderes. Este é um momento histórico muito marcante para a história dos Estados Unidos e reproduzi-la dessa maneira foi no mínimo de muito mau tom. 

TW: Dando um maior contexto, Jackie Kennedy estava ao lado do marido quando o tiro aconteceu. Os pedaços da cabeça de Kennedy se espalharam pelo chão do carro e Jackie, que ficou em estado de choque com o momento, segurou os pedaços na mão até o hospital, achando que ainda pudesse salvar o marido. 

Não é algo muito legal de se fazer um “cosplay”. 

Gerard Way e Lindsey Way no lançamento da segunda edição, “Dallas”, do The Umbrella Academy/Reprodução

Nos quadrinhos, foi  Número 5 que ficou incumbido com a missão de garantir a morte de JFK. Entretanto, ele se rebela e se recusa a levar adiante a missão. Ao invés disso, ele viaja no tempo para a casa dos irmãos se envolvendo em situações que possuem direta ligação com Vanya no arco do quadrinho. Em Dallas, Cinco finalmente entende que suas ações em 1963 modificam drasticamente a linha do tempo

Já Kennedy – agora vivo – faria um acordo catastrófico com Reginald Hargreeves (o “pai” da família). Em troca da Umbrella Academy derrotar uma versão alienígena de Abaham Lincoln, JKF dá a Hargreeves um conjunto de códigos nucleares. Esses números vão parar nas mãos de Hazel e Cha-Cha (muito mais cruéis e radicais no quadrinhos) que os usam para causar o apocalipse. E isso tudo é resolvido com a cena da Rumor já citada. Não darei muitos detalhes para que vocês leiam o quadrinho.

Já na versão da série, vou dizer no português claro, o baguio fica muito mais doido (e você me pergunta: como, se no quadrinho tem uma versão do Abraham Lincoln alienígena?)

Na série, algumas das coisas faladas nela… Existem.

Só que aí fica a pergunta: quem é mais doido, eu ou Gerard Way? Ele por saber e eu por ir conferir, porque assim que eu vi a série, pensei: isso tem cheiro de conspiração sobre o Kennedy, Gerard tem um negócio com o Kennedy, isso deve ter um fundinho de verdade…

E tinha.

Número 5 em Dallas, segunda edição do quadrinho The Umbrella Academy/Reprodução

Na série, temos um arco completamente diferente. Como o Umbrella Academy não conseguiu evitar o apocalipse de 2019, os irmãos Hargreeves se vêem presos em Dallas de 1960. Embora eles tenham caído no mesmo beco, cada um deles foi separado por uma timeline diferente. Klaus e Ben em 1960, Allison em 1961, Luther em 1962, Diego e Vanya em 1963 – mas separados por um mês de distância – e Número Cinco5 faz a sua brilhante chegada em 25 de novembro de 1963. Logo, ele descobre, claro, que o apocalipse havia os seguido quando ele assiste Hazel salvando-o de um holocausto nuclear. 

Cinco volta no tempo 10 dias antes do apocalipse e resolve ir atrás dos irmãos para evitá-lo. Ele acha Diego preso em uma espécie de manicômio por ter perseguido quem? Lee Harvey Oswald. Isso mesmo, o homem que realmente matou JFK. Diego acredita que pode impedir a morte do presidente, e sua teoria mirabolante fica cada vez pior, porque Luther está trabalhando para Jack Ruby. Aqui eu faço uma pausa e explico: Jack Ruby também existiu. Ele matou Lee Harvey Oswald quando Lee foi detido após ter sido considerado suspeito de ter matado Kennedy. Ele realmente era dono de uma boate, como na série. 

Voltando à narrativa: como os irmãos não sabem o que causou o apocalipse, eles começam a investigar possíveis motivos. Nesse meio tempo eles descobrem Reginald Hargreeves e sua posição influente. Na série é citada que ele faz parte de um grupo sinistro chamado Majestic 12 e que eles planejam a morte do presidente. Para mais detalhes assistam a série no Netflix. 

Fiz toda essa sinopse da série porque mais uma vez temos uma confirmação e, dessa vez, das boas e com aquele gosto forte e bizarro de conspiração. Sim, senhoras e senhores, o Majestic 12 realmente existiu. 

Majestic 12 na segunda temporada da série do The Umbrella Academy/Reprodução

O FBI jura com todas as forças que o Majestic 12 não existiu. Porém, muitas teorias da conspiração, livros e documentários falam sobre MJ-12 – citado na série –  que seria um Comitê Especial com pessoas escolhidas a dedo e que estudavam atividades ligadas a extraterrestres. De alguma forma bizarra, existem teorias que ligam o Majestic-12 ao assassinato do presidente dos EUA e, vamos falar a verdade:

Gerard Way conectando um Comitê sobre alienígenas com o Umbrella Academy mais o Kennedy, não poderia fazer mais sentido, né?

E aí, vocês acham que foi muita informação?

Beijos mafiosos,

MT. 

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