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A primeira aparição do MCR no Projekt Revolution completa 13 anos

Descubra como surgiu o festival e relembre algumas passagens icônicas da banda

Texto por: Gabriela Reis
Edição por: Marina Tonelli

Em 25 de julho de 2007, o My Chemical Romance marcou história em um dos festivais mais icônicos dos anos 2000, o Projekt Revolution. Mas a história do ProRev começa muito antes. Prontos para voltar no tempo?

UM BREVE HISTÓRICO

A primeira edição do festival, idealizado pelo Linkin Park, aconteceu de 29 de janeiro a 24 de fevereiro de 2002. Inicialmente, poucos artistas foram convidados e os shows eram menores e mais intimistas. O line-up de 2002 contou com a participação de Cypress Hill (hip hop), Adema (nu metal) e DJ Z-Trip, além, é claro do Linkin Park, que na época ainda contava com as músicas do CD Hybrid Theory (2000) para o setlist.

Em 2003, o festival ainda crescia de forma tímida; o Linkin Park ainda era a banda principal do line-up, desta vez divulgando o CD Meteora, lançado no mesmo ano. Os shows aconteceram de 9 a 26 de abril daquele ano, e contaram com shows de Mudvayne, Blindside (heavy metal/nu metal) e Xzibit (hip hop).

Já em 2004, o festival tomou mais forma e contou com participação de mais artistas de outros gêneros, tendo mais tempo na estrada também. Os shows começaram em 23 de julho e terminaram em 5 de setembro do mesmo ano. Dentre as bandas e artistas de destaque no palco principal estavam Linkin Park, The Used, Korn e Snoop Dogg. Já no palco Revolution, o nome de maior de destaque foi o rapper Ghostface Killah, ex-membro do conjunto de hip hop Wu-Tang Clan. 

A quarta edição do ProRev aconteceu 3 anos mais tarde, durante os dias 25 de julho até 3 de setembro de 2007, e contou com artistas de peso no palco principal – além do próprio Linkin Park -, como Placebo, HIM, Taking Back Sunday, Julien-K e, é claro, My Chemical Romance. 

Além da presença do MCR, a edição de 2007 do festival foi icônica por outros dois motivos. O primeiro foi o selo de sustentabilidade encabeçado pelo Linkin Park, que doou 1 dólar de cada ingresso vendido da turnê para a ONG American Forests, via a instituição Music for Relief.

Além da doação, a maioria dos ônibus usados na turnê utilizavam biodiesel como combustível, a fim de diminuir a emissão de carbono. Nos shows, os espectadores podiam visitar estandes que conscientizavam sobre o efeito estufa.

Já o segundo marco desta edição foi a transmissão ao vivo dos shows realizada para os usuários do MySpace no dia 22 de agosto de 2007, onde fãs de todo o mundo puderam acompanhar via rede social o line-up ao vivo, direto do DTE Energy Music Theatre na cidade de Michigan. Para a época, o feito foi histórico, uma vez que a facilidade de transmissão não era tão acessível quanto hoje.

O festival teve apenas mais duas edições, sendo uma em 2008 e outra em 2011. Ambas não contaram com a participação do MCR. 

AS PERFORMANCES DO MCR

Durante os shows do Projekt Revolution, o My Chem se destacou com um setlist que contava com 14 faixas, dentre elas as mais emblemáticas dos CDs The Black Parade (2006) e Three Cheers for Sweet Revenge (2004).

A jornalista Melissa Ruggieri, escreveu para o site Richmond Times uma resenha sobre os show no anfiteatro de Virginia Beach, em 16 de agosto de 2006. Para Ruggieri, o MCR já era um dos destaques planejados por Chester Bennington (lead singer do Linkin Park), que escolheu a dedo cada um dos convidados da quarta edição do festival.

Segundo Melissa, a maioria dos espectadores aguardava ansiosamente a entrada do My Chem, que não decepcionou e foi destaque durante o line-up. Um dos pontos altos da performance, segundo a jornalista, foi a música Mama:

“(…) Uma mistura furiosa de cabaré e rock. Usando uma boá de pena preta brilhante – um aparente aceno para Liza Minnelli, que canta na versão gravada – Way se empolgou em meio a uma sinfonia de fogo e uma estranha luz amarela”.

Ela ainda completa, dando destaque também à Welcome to The Black Parade e comparando-a abertamente com produções do Queen, Green Day e até mesmo o próprio David Bowie (falamos sobre a comparação desta mesma faixa à Bohemian Rapsody no nosso primeiro episódio do Emocast. Parece que não estávamos equivocadas, não é mesmo?).

Mas vamos ao que interessa? Para relembrar uma das eras mais emblemáticas do My Chemical Romance no palco, separamos alguns trechos da apresentação da banda em Michigan, para assistirmos juntos:

This Is How I Disappear

The Sharpest Lives

I’m Not Okay (I Promise)

Famous Last Words

Dead!

House of Wolves

Give ‘Em Hell Kid

Mama

Welcome to The Black Parade

You Know What They Do With Guys Like Us in Prison

Flash Gordon Theme + Cancer

Eu vou me despedindo por aqui. Não deixe de conferir nosso Twitter pois ainda teremos mais surpresas do ProRev para vocês por lá.

Beijos da G. e até a próxima!

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